É assim ao anoitecer
Tudo deixa de ser
Das vidas aos objectos
Que vivem em Conflitos
Morrem Paulatinamente
Que o coração não sente
Não sente o candeiar da lua
Mas no mundo colorido flutua
Pensando que vive de Corpo e alma
Mas vive o amanhecer numa Cama
Que até o Coração sente
Porque quem goza a vida lá é a mente
Até que a mente não sente o nascer do sol
Que diverge no cobrir do lençol
segunda-feira, 8 de março de 2010
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