quinta-feira, 3 de junho de 2010

DE MADRUGADA

Deitado na cama
É da vida que penso
Aos desesperos me ofereço
É, porque a vida vale um preço?
E contemplando a vida ser preso.

Hoje, só apenas um menino
Pela infidelidade da vida
Tornar-me-ei menino peregrino

''Não seja da rua um puto''
Mãe querida
Vale mais do que morrer faminto.

“ In pensamento “

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